Author Archives: Mario Flecha

About Mario Flecha

Libertarian feelings, thoughts, knowledge, spirit...

Dilar Dirik: Patriarchy, Fascism and Capitalism

Originally posted on Robert Graham's Anarchism Weblog:
Illustration by Javier de Riba This is an excerpt from an article by Dilar Dirik, “Radical Democracy: The First Line Against Fascism,” in which she argues that the radical direct democracy being…

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Spring Over Ashes * Primavera Sobre Cinzas – Hardcover Version – Versão Capa Dura or/ou ebook

Spring Over Ashes * Primavera Sobre Cinzas by Mário Flecha Preview this book at FastPencil.com

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Spring Over Ashes * Primavera Sobre Cinzas – Paperback Version – Versão Brochura or/ou ebook

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Words of the Wind – The Video of the event

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Poetry Beyond Borders: Words of the Wind – first poetry reading event of Writers Beyond Borders

Poetry Beyond Borders: Words of the Wind

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Crônicas & Opiniões (entre 1995 e 2000) – muitas publicadas no jornal O Estado de Minas

Dracul  Mário Flecha – jornalista Cantado em prosa, verso e imagens desde tempos imemoriais, em diferentes culturas o mito do vampiro viaja nos séculos assombrando a imaginação de crianças e adultos. Príncipe das trevas, o embaixador do Demo no planeta … Continue reading

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Do vendaval

No vendaval da vida alguns caminham expostos às coisas levantadas do chão, recebem no corpo e na alma o que vem. Os que ainda têm olhos e mente pra ver e pensar atiram no ar palavras que se dissolvem no … Continue reading

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Yesterday, Today

First of all, I don’t see the Greeks of the past as something extra-terrestrial. And I believe we are under the control of a Plutocracy. It just became worse and more clear. I see us very connected to the Greek … Continue reading

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The reactionary reacts, but doesn’t act

The reactionary reacts, but doesn’t act. Reacts to protect privileges. All the advances of the world, that everyone enjoys, wouldn’t exist in the first place. And those advances that are kept just for a few, as a privilege, are in … Continue reading

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Invernal

São penosas as horas vividas quando as paisagens internas são apenas um céu cinza, rajadas de vento que congela, serpentes de neve, e uma noite branca e sem fim soprando bem no meio do coração.

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Icarus

I can feel the lift touching my face and hair; coming up from the cliff whose edge I used to jump; my wings open to silently soaring through the air. I can sense now the decisive moment’s coming where I’ll … Continue reading

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Tsunami

É pela água corrente que navega a verdade da poesia. Ela é a corrente, a folha caída, o barco de papel, um tsunami indomável.

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Rai-mundo

Ai, mundo, mundo, mundo…quem me dera eu fosse um raio, mundo. Fosse um rai-mundo, num microsegundo.

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Ensaio de despedida 1

Voei…as asas dizem adeus aos olhos que as seguem, tão simples e efêmeros os movimentos do adeus, só podem deixar marcas nas águas invisíveis da memória, no íntimo de cada um.

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Ensaio de despedida 2

Acho que quanto mais aceitamos a nossa sina mais amamos o mundo do jeito que é, sem remédio.

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Ensaio de despedida 3

Meu coração poderia se despedir da vida esta noite. Já viveu o suficiente e está cheio de amor, o que mais pode esperar alguém da vida?

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Ensaio de despedida 4

Enquanto minha imagem vai se apagando aos poucos o sol ressurge depois de semanas de cinza.

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Not much to lose

When you don’t have much to lose, don’t concede, man, don’t start the booze, just wait, just wait, man, take something to read; a magazine, a comic muse, something like a poem may be coming loose, like a song, just … Continue reading

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Thinking of America

Depois de viver 10 anos or so in “America”, eu posso ver, eu posso ver! The machinery is too much for me, it drains everything. It is too serious, too serious. You give all of yourself, and it is very … Continue reading

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Vida Encaixotada

Minha relação com FB é estranha. Às vezes alimenta, às vezes machuca. A natureza está longe, os amigos estão longe. Através de textos fica faltando sempre um pedaço. A falta do olho no olho gera mal-entendidos. Nunca pensei que fosse … Continue reading

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Solidão

As coisas que quero não são de comprar, nem de vender. Parar de querê-las é como parar de respirar. Não dá pra ser zen, não é expectativa; faltam essenciais. Vejo o mundo passando como filme sem graça na TV. Quero … Continue reading

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Mosca da Primavera

Os gatos observam o lá fora através da tela Primeira mosca da primavera.

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Abstração

O neto pequeno pergunta à mãe “Vovô morreu?” “Não, filho, ele mora longe” Sou mesmo um ser muito abstrato.

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Papéis

Se não me revelo, desapareço.

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Vida de Aranha

Eu, como a aranha, vivo dependurado por um fio.

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Elaboramento

Quero ser elaborado, mas dispenso o verniz.

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Ponte do Coração

Entre o sentimentalismo e a sensibilidade existe um abismo, cuja ponte liga o coração à razão.

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Negror

…Y la nieve calma cae en mis pelos, cuyo negror recusa el gris y el blanco, pero me quedo nevado.

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Janela dos Olhos

Eu, que olho o mundo pela janela de meus olhos, vejo as coisas paradas, em meio do movimento das árvores que dançam com o vento.

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Conspiração

O ordinário do mundo é a matéria da poesia. Cuidado! Poetas conspiram com o que revelam.

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