Mon Couer Dénudé/Meu Coração Desnudado/My Naked Heart – Some/Alguma Bio

Resumo de minha vida literária e alguns dados biográficos com matizes claros e escuros:

Sou poeta, contista, jornalista e mestre em Ciência da Computação e Administração Pública. Moro há dez anos no Canadá, na Província de Alberta, e vivo com Karla Key, minha companheira na jornada da vida, professora de piano, jornalista, e escritora em suas horas vagas. Sou brasileiro-canadense desde 2005. Nasci em 18 de maio de 1956, em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. Morei parte de minha infância, em Alfenas, MG e Petrópolis, RJ, quando então meus pais, Marita e João Flecha, decidiram retornar para Belo Horizonte, capital do Estado de Minas Gerais, onde vivi até me mudar para o Canadá em 14 de maio de 2001, junto com a poeta, jornalista e escritora, Rita Espeschit, minha então esposa  por 22 anos e mãe de Alice Espeschit Flecha, nossa adorável filha com talentos literários e apaixonada por Biblioteconomia e muitas outras coisas que alimentam sua mente curiosa e sensível.

Tenho duas filhas de um casamento anterior com Cristina Silveira, foto jornalista do jornal Estado de Minas. Minhas filhas mais velhas são Carolina e Camila. Hoje as duas são talentosas profissionais e mães de meus dois netinhos: Heitor e Miguel. Carolina é psicóloga, e compartilha comigo a paixão por filosofia e artes em geral. A paixão de Camila é História e ela também têm uma mente aventureira como a minha. Fui também casado com Adriana Brandão, jornalista talentosa e sensível, não sei onde está atualmente na Europa, mas é também uma pessoa vital em minha vida.

Tenho cinco livros impressos no Brasil (4 de poemas e um romance escrito com mais autores): “Par-ou-Ímpar”, em parceria com Rita Espeschit, parte da coleção Poesia Orbital, volume 42, publicado por Associação Cultural Pandora em 1997, no centenário da cidade de Belo Horizonte, MG, Brasil; Coração do Fim do Mundo”, vencedor do Prêmio Nacional BDMG CULTURAL de Literatura, na categoria Poesia, no ano de 1990, Belo Horizonte, MG, Brasil; “Verdepoesia”, edição do autor, 1987, Belo Horizonte, MG, Brasil, e “Estações de Lúcio, dito o moço”, 1987, Belo Horizonte, MG, Brasil. “Estações de Lúcio” faz parte da publicação “Quarteto de Sopros”, composta de mais três livros dos outros parceiros literários, e que se constitui no primeiro trabalho da oficina literária de mesmo nome, em parceria com os poetas Álvaro Andrade Garcia, Roberto Barros de Carvalho e Delfim Afonso Jr. Ainda como parte da Oficina Literária Quarteto de Sopros, produzimos videopoemas utilizando de recursos de computação gráfica combinados com vídeo e áudio; escrevemos em co-autoria o romance policial Operação Caiman, publicado por XXXXXX. Os Video Poemas foram apresentados em Minas, Rio e São Paulo com leitura coletiva via telão. Participei da publicação “Salto de Tigre”, editada por DEZXZED e Prefeitura de BH em 1993, BH, MG, Brasil, como parte da Antologia da Poesia Contemporânea de Belo Horizonte, parte do Projeto BH 100 anos, a experiência do século. O conto Funerais de Autômato foi selecionad0 e publicado na X Antologia Nacional de Contos Alberto Renart, editado pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo, em 1998, São José dos Campos, SP, Brasil; a estória infantil “A Última Baleia” foi publicada no Caderno Infantil do jornal de grande  circulação Estado de Minas. Escrevi numerosos artigos opinativos para o jornal O Estado de Minas, e tenho material científico publicado em dois importantes congressos científicos e revistas especializadas.

Sinto muita saudade de meus amigos todos e me lembro sempre dos que se foram para sempre: meu avô Eloy, minha avó Amália, Rodrigo Mattioli, Gonzaguinha, meus pais e meu irmão mais velho, Laertes, que morreu aos 6 meses de vida e antes de eu vir a este mundo. Eles são parte constante em minha vida agora que têm meu coração como uma de suas moradas. Por sete anos viver em Alberta, no Canadá, foi uma experiência difícil mas em geral positiva. Sempre foi um aprendizado e uma aventura, e continua a sê-lo. Os últimos três anos (2007-2010) têm sido algo próximo de morrer e revelaram uma verdade mais profunda sobre o país, mas especialmente sobre Alberta. Uma verdade sombria que estou tentando processar e viver através da perplexidade opressiva, o sentimento de perda de tudo que construí, e lutando através da indignação pra produzir algo positivo. As amizades e o amor têm sido um bálsamo e uma salvação.

Não sou perfeito, nem santo, nem sábio demais, ou qualquer coisa no meio destas. Não quero pintar uma imagem falsa de uma serenidade constante; posso tanto ser sereno, doce e cordial quanto endurecido para as batalhas da vida.

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s