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Words of the Wind – The Video of the event

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Esquecimento

Somos leves. Levados pelo ar somos neve, que dissolve ao calor da pele; somos memórias do que não fomos, vivendo por trás de máscaras; somos o amor que sonhamos na verdade que repelimos; somos o silêncio dos que calaram antes … Continue reading

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Sacolão

Como um sacolão, tenho de tudo um pouco, os legumes que sabem os gostos da Terra, as verduras que bebem o azul do ar, os raios do sol no arco-íris.

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Areia do Deserto

Sou a areia do deserto escaldante que recebe a gota d’água. Acendo uma primavera na alma na estação mais seca.

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O que me inquieta?

O que me inquieta? O que não sei senão através dos balbucios que escuto dentro e fora de mim; o que sei mas não é suficiente pra mudar sequer meu mundo; o mundo que invade tsunâmico os meus sensos, o … Continue reading

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Calmarias

Navego a elegia, o haikai, o fluxo da consciência, a modernidade do cotidiano, o poema-segundo, o concreto, a prosa, o versículo da fonte mística, o oráculo; procuro no escuro, na câmera, na existência, no Tao, no clássico, nas ideologias libertárias, … Continue reading

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Água Corrente

Sem perfeição, sem estado final, sem acabamento, sem promessa, sem equilíbrio, sem luz própria, sem comentários, sem centavo, sem estatura, sem linha, sem vergonha, sem rumo, sem futuro, sem saber, sem papel, sem função, sem gosto, sem forma final,  sem … Continue reading

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Ensaiando Pierrot em seu final

Esta noite te deixo meu coração… Deixo o calor de minha vida como lembrança, inscrito em tua pele. Deixo o Amor… Deixo o silêncio das estrelas… deixo a paz que brilha nos olhares dos que amam, deixo vivas,  palavras em teus ouvidos, e a inocência da … Continue reading

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Nebula

Cavaleiro andante na sarça ardente das nebulosas, coleto o pó de estrelas, o espectro da luz, a curvatura do tempo; deixo no gris da vida insossa salpicos de paraíso, folhas de outono lavadas na transparência rápida do riacho que teima … Continue reading

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Leveza

Uma pena pousa sobre o gelo e voeja com o vento.

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Poça d’água

Teimar pra continuar seguindo na vida depois que ela diz que acabou, que é hora de ir, que é hora de voltar à areia do tempo, de desfazer o ser na água corrente que vai lavando e levando o que já … Continue reading

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Vela Patética

os dias me consomem em preto & branco, na lida diária que me levanta e põe pra dormir, no círculo solar, no giro das estrelas, eu, esta vela tremulante no barraco precário do corpo um nome, um visto de imigração, um … Continue reading

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Santelmo

Como Alphonsus, ando cansado de guerras, de batalhas templárias, de buscar colher estrelas como se fossem rosas. Nem cervilheira nem templo, preciso-me, pois navegar é preciso, e colho a rosa que dá nos ventos de vendavais de onde venho, lavado … Continue reading

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Paisagem

Uivo no quarto ao lado onde dormes acordado, uivo na calma do dia em que tudo prossegue, arranho a porta, chuto a parede, me sento calado na beira do telhado, ouvindo as sirenes cantando na cidade cubista que se move na … Continue reading

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Ser do Signo

Palavras, roupas deitadas ao leo, casulo recém abandonado, o corpo desnudo, a alma desnudada, o ser do signo é o pão por cada um degustado.

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Linha Corrente

A linha Corrente costurou minhas roupas desde que me entendo por gente. A linha Corrente na linha de minha vida é a memória de minha mãe, com seus dedos longos, sua tristeza infinita de amores não vividos, de ilusões fortuitas de … Continue reading

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ato contínuo

Escrevo, escrevo todo dia, escrevo com alegria, com agonia, escrevo. Tenho sonhos, gostaria de escrever alguma coisa inesquecível, alguma coisa que fique na memória, porque é vital. Vou continuar tentando, por toda a minha vida.

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Sem governo

Sem governo,                        desentranhado de mim                                                               vagueio busco o nó desatado do nós,                    ana arqueia, parteja e verba                       estas vozes tão caladas e sola comigo, contigo, con todo que no conosco –               semilla rompedora de chãos.

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Little things

Navego na escuridão dos meus olhos que vêem. Intuo onde o discurso transborda o silêncio. O poema nada no discurso do tudo. *************** I am arrived when the time is ripe to go. ***************** The boy is going home. When? Always. … Continue reading

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O ss O

Verbejar o tutano na prisão da palavra                    OSSO que ouço,                    torço  e destroço,      enfim o caroço semente.              Hummm… que gosto! Um troço, um trem, a palavra treme na tela.                    Heimm, ah! zumbido Zen sentido.

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O sentido do mundo está localizado atrás dos olhos, num espaço esférico menor que uma bola de futebol de salão

Quem significa as coisas somos nós, indivíduos e coletivos. O sentido é construído em nós e não no mundo. O mundo não tem sentido algum em si mesmo. As cores que vemos são as cores que nossos olhos podem captar, … Continue reading

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Atavio da cotovia

O mundo, a semântica do mundo, são os outros. Este deserto dos meus olhos, esta pedrada no coração, esta boca seca de tanto calar. Este atavio de cotovia arribada na procura vã da pousada.  

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Cenário de inverno

Neve de silêncio cobre o mundo branco purificante do frio na nudez das coisas o dentro mais dentro ensimesmado nas formas que se revelam escondidas sob o pincel invernal o som puro relevo quase concreto medido em movimentos na música do necessário uma … Continue reading

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Do mundo

O mundo não cura. O mundo é curado.

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Curare

Vida que dá Vida que tira Vida gitana Vida tirana Curare bacana Garrote terminal gozo-te haikai letal nas cores do mundo todas, todas nestes olhos que não verão afinal . <

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Fio de navalha

Estou atado à vida pela força da gravidade mas se o planeta se apequena mais me desato dela Estou atado à vida pela força da criatividade mas se ralenta mais me afasto dela Estou atado à vida pela força da sociedade … Continue reading

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Ashes’ Fire

Like ashes awakening from a final sleep a friendly wind blowing softly lights the fire underneath

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Adágio

Adágio……a água tocando meus pés descalços…suave…..suave… a mínima ondulação, os olhos fechados, todo o entorno… envolvendo….ouço as asas da brisa e seus dedos macios em meus cabelos, envolto……tão envolto…me deixo existir sob o sol morno…tão doce em minha pele. Deslizo em mim como um barquinho de papel, … Continue reading

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Flower of the deserts

Yes, baby, it doesn’t matter how fast one can run, there is no escape from one’s shadow; neither can one avoid to learn whatever life seeds down the pores, the skin, the brain. Wrong, bad, good things, and love, with some … Continue reading

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A face do amor é o vazio do mundo

A palavra amor já foi incansavelmente falada, dançada, pintada, representada, esculpida, tocada, cantada, vivida, e escrita tantas vezes quantas são as estrelas do céu, os grãos de areia, os átomos em cada pedaço de matéria na vastidão do espaço-tempo. O … Continue reading

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